Numa antiga escola da aldeia de Campo
Benfeito um grupo de mulheres
rodeadas de teares, linho e burel criam
peças únicas e singulares. A cooperativa
dedica-se a manter viva a arte
tradicional de tecer no tear o linho e o
burel. Dia após dia das mãos deste grupo
de mulheres sai roupa original,
elegante, sofisticada e acima de tudo
com a identidade do meio que as envolve:
a serra, os sonhos, os cheiros e as
cores. Mas vir a Campo Benfeito é também
estar no coração do Montemuro, sentir o
frio gélido e o calor intenso, ouvir os
sons do gado e o cheiro dos campos
cobertos de prados sombreados de
carvalhos. É viver um tempo onde a vida
ainda conta.